Ex-alunas de curso de Gestão de Carnaval fazem sucesso no mercado da folia

Aos 15 anos, Elisa Campos era uma foliã apaixonada por carnaval, como tantos cariocas, e pela Estação Primeira de Mangueira. Aos 38, a administradora de empresas conta com um título de carnavalesca campeã e, junto aos projetos culturais e sociais que desenvolve profissionalmente, promove carnavais em diferentes partes do País. Tudo graças ao curso superior que realizou e lhe deu o diploma de gestora de carnaval.

Isis Brum, Jornal da Tarde

28 Fevereiro 2011 | 13h09

 

“Entrei porque queria fazer a segunda graduação e por ser apaixonada pelo carnaval. Ao longo do curso, me deparei com um mundo totalmente novo e descobri que era com isso que queria trabalhar”, conta Elisa.

 

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Em 2009, conheceu a diretoria da Sociedade Recreativa Dançante Bambas de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e foi convidada para desenvolver os projetos sociais da entidade. Com a saída do carnavalesco, foi chamada para a vaga. Apesar da inexperiência, a formação acadêmica, segundo ela, ajudou a pesquisar o samba e a compor as alegorias.

 

“A escola não ganhava um título havia 7 anos”, lembra. “As escolas têm de ter essa visão empresarial. Quem lidera precisa saber delegar funções, cobrar, cumprir prazos, otimizar os recursos e ter conhecimento da parte artística e administrativa. Se isso não ocorre, as fantasias não ficam prontas, falta dinheiro... Escolas que já fazem isso estão sempre à frente no Grupo Especial”, acredita Elisa.

 

Folia em Taiwan. Angélica Lessa, que se tornou professora de História da Arte do Instituto do Carnaval do Rio, entrou na primeira turma (2005) do curso tecnológico de Gestão de Eventos e Festas Carnavalescas.

 

Um grupo de taiwaneses descobriu o curso e se interessou em contratar um estudante para realizar uma “festa carnavalesca” em Taiwan. Angélica passou seis meses na ilha, em 2008, e retornará ao país asiático no próximo mês para organizar outro evento. “A formação fez a diferença.”

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