Escolas usam simulado da Geekie para ensino adaptativo

Prova corrigidas pela TRI já foram aplicadas no Bandeirantes (São Paulo) e no Master (Aracaju)

Carlos Lordelo e Luís Lima, Especial para o Estadão.edu,

15 Setembro 2012 | 17h48

Os inscritos no Simulado 2012 Geekie+Estadão não serão os primeiros a resolver exames corrigidos pela TRI preparados pela startup. A Geekie tem aplicado outras provas em colégios como o Bandeirantes, de São Paulo, para ajudar as instituições a fazer um diagnóstico preciso dos alunos. Com os relatórios de desempenho, as escolas usam técnicas do ensino adaptativo para fazer um trabalho mais específico de preparação dos vestibulandos, reforçando pontos fortes e corrigindo deficiências de cada um.

Os estudantes do Bandeirantes, colégio conhecido pelo alto índice de aprovação de alunos nos principais vestibulares do País, fizeram uma prova impressa e receberão nesta semana os boletins de desempenho personalizados. O diretor de Planejamento da escola, Eduardo Tambor, elogiou a parceria. “Agora vamos pensar em atividades de reforço, revisão e principalmente de orientação mais focadas.”

Para o diretor-presidente do Bandeirantes, Mauro Aguiar, a Geekie, ao trabalhar com o ensino adaptativo, “está na trajetória correta da evolução da educação”. “Eles são um grupo de jovens pesquisando a área com muita seriedade e consistência. É perto deles que quero estar.”

Neste fim de semana, outro simulado da Geekie está sendo aplicado, desta vez para alunos do Colégio Master, de Aracaju, um dos mais tradicionais na preparação para o vestibular da Universidade Federal de Sergipe (UFS) – que adotou o Enem este ano. Foi lá que estudou Alfredo Sandes, de 24 anos, sócio da startup e melhor aluno do ensino médio no Estado por três anos consecutivos. Aprovado em primeiro lugar em Engenharia Eletrônica no ITA, ele se formou com três menções honrosas e embarcou na semana passada para iniciar um mestrado em Educação na Universidade Stanford, no Vale do Silício.

“A parceria com a Geekie é muito importante para nós”, afirma o diretor pedagógico do Master, Renir Damasceno. “É imprescindível que o aluno tenha a perfeita noção de suas fragilidades para minimizá-las e usar o tempo da forma mais eficiente até a data do exame.”

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