Escolas japonesas revêem fim das aulas aos sábados

Quatro anos atrás, o sistema de ensino público japonês decidiu aliviar a carga dos estudantes mais jovens, eliminando as aulas aos sábados e adotando uma semana letiva de cinco dias. Agora, algumas escolas dizem que cinco dias é pouco. Sob pressão para preparar os estudantes para a universidade, duas escolas secundárias da região de Tóquio anunciaram que voltarão a adotar a semana de seis dias no início do novo ano letivo, em abril.A decisão reflete a crescente preocupação dos pais e alunos, de que o padrão de qualidade do ensino público tenha sido prejudicado pelas recentes reformas, aplicadas com o objetivo de reduzir o estresse dos estudantes e estimular a criatividade."Queremos ter certeza de que melhoramos as habilidades acadêmicas de nossos alunos", disse Yukio Otani, diretora da Escola Secundária Omiya. "Queremos que esses estudantes possam seguir a carreira que escolherem".A semana letiva da escola pública caiu para cinco dias em 2002. Outras medidas adotadas recentemente incluem a redução do número de páginas dos livros didáticos, redução nas tarefas e dar aos estudantes créditos por aulas particulares.

Agencia Estado,

21 de fevereiro de 2006 | 14h42

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