Escolas da Fundação Bradesco fazem mutirão voluntário

Alunos, professores e funcionários das 39 escolas da Fundação Bradesco, localizadas em todos os Estados brasileiros e também no Distrito Federal participarão no domingo de uma maratona de trabalho voluntário que deverá beneficiar mais de 100 mil pessoas. Profissionais ligados às áreas de saúde, direito, agricultura, entre outras, também devem participar do evento. A lista de serviços oferecidos é longa e inclui orientação jurídica, exames preventivos de saúde, emissão de documentos, técnicas de cultivo de hortas, cortes de cabelo, etc. Ao todo, serão mais de 200 atividades gratuitas. As atividades deverão mobilizar entre 800 e mil voluntários. É a primeira vez que a fundação escolhe um dia para realizar, simultaneamente, ações para a comunidade. Há cerca de três anos, cada unidade vem desenvolvendo, de maneira isolada, seus trabalhos voluntários. "Os nossos alunos não podem ficar de fora desse movimento de voluntariado que tem crescido no País. Eles têm de atuar como transformadores da realidade em que vivem", diz a diretora técnica da fundação, Ana Luíza Restani. Os serviços do chamado Dia Nacional de Ação Voluntária serão prestados nas escolas e estarão disponíveis a todos os interessados das 9 às 17 horas. Criada em 1956 pelo fundador do Bradesco, Amador Aguiar, a fundação tem em suas escolas 105 mil alunos - de ensino infantil ao médio, além de cursos profissionalizantes e de jovens e adultos. As escolas são abertas à comunidade e apenas 9% dos alunos são filhos dos funcionários do banco. Todas as 39 unidades estão localizadas em bolsões de pobreza espalhados pelo País. Para mais informações sobre as atividades em cada escola consulte o site www.fundacaobradesco.org.br.

Agencia Estado,

07 de março de 2003 | 14h35

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