Marcos D'Paula/AE
Marcos D'Paula/AE

Escola da Rocinha vira modelo para colégios municipais do Rio

Programa de avaliação dos alunos está sendo usado nas escolas com mais baixo desempenho da rede municipal, explica secretária de Educação da cidade

Bárbara Ferreira Santos, Estadão.edu

17 Setembro 2013 | 03h00

Encravada na Favela da Rocinha, no Rio, a Escola Municipal André Urani foi criada neste ano e já é um modelo de educação no País, pelo uso das ferramentas tecnológicas de ensino. No computador, cada estudante segue um caminho individual, que reúne o que ele precisa aprender. O itinerário tem opções de exercícios, e o aluno escolhe o que fará. Ao mesmo tempo em que o ritmo de aprendizado de cada um é respeitado, professores acompanham o que o aluno está aprendendo.

Semanalmente, o estudante é avaliado na Máquina de Testes, um programa que apresenta questões com diferentes níveis de dificuldade. A máquina registra os níveis alcançados e, se o resultado não for adequado, o próprio programa o encaminha às aulas de reforço e jogos referentes aos conteúdos considerados mais difíceis pelo aluno, no portal de aulas digitais da Secretaria Municipal de Educação do Rio, o Educopédia.

Aspectos desse modelo, como a Máquina de Testes, estão sendo ampliados para outras escolas da rede, conta a secretária de Educação da cidade, Cláudia Costin. "O programa, que detecta carências no aprendizado, já está sendo utilizado nas instituições que possuem os mais baixos desempenhos do município, para que a aprendizagem seja mais focada", diz.

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