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Entidade de professores aprova indicativo de greve em 11 universidades federais

Entre elas estão, por exemplo, docentes da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Instituto Federal de São Paulo (IFSP) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S. Paulo

23 de junho de 2015 | 13h33

SÃO PAULO - Mais uma entidade representativa das Instituições de Ensino Superior (IES) aprovou indicativo de greve nesta semana. A Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes) indicou aos 11 sindicatos ligados a ela que entrem em greve. Entre eles estão, por exemplo, docentes da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Instituto Federal de São Paulo (IFSP) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 

Parte dos professores das federais ligadas à Proifes já está em greve, como na Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e Universidade Federal do Maranhão (UFMA). 

O indicativo de greve é só uma orientação - os sindicatos das instituições devem aprovar localmente as paralisações. "Apostamos na continuidade das negociações. Esperamos que o governo volte para a mesa, que é o mais importante. Vamos usar o instrumento da greve para incentivar esta negociação", disse ao Estado o presidente da Proifes, Eduardo Rolim. 

A entidade havia enviado ofício ao governo federal pedindo que abrisse negociação até o dia 15 de junho - a gestão  fala em negociar até julho. Eles pedem aumento mínimo real (além da inflação no período) de 4% até janeiro de 2016. Pedem também reajustes reais em 2017 (2%) - e 2018 (2%).

Além dos professores, servidores de 60 universidades federais entraram em greve por um reajuste de 27,3% e abertura de novos concursos públicos, entre outras queixas.

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