Eles e o mundo

Confira a trajetória pessoal de profissionais globais brasileiros e o processo de abertura comercial do País

25 Agosto 2009 | 15h57

   Renato Nahas, 42 anos, diretor de TI e Serviços Compartilhados da Ambev  Vivian Broge, 33 anos, gerente de RH e Marketing de Relacionamento da Natura para a América Latina  Caio Moraes, 36 anos, diretor adminsitrativo-financeiro da Valeo na Ásia  Fabio Freitas, 33 anos, responsável financeiro da vice-presidência para a América Latina da Odebrecht   1980 a 1990 Crise monetária reduz mercado interno e empresas brasileiras buscam novos consumidores. Petrobrás puxa a internacionalização, mas setor industrial privado se mantém longe do processo         Começa a estudar Adminsitração na FEA-USP         Estuda na Escola de Aplicação da USP         Conclui o ensino médio no colégio Palmares         Forma-se técnico em Contabilidade em Salvador   1990 a 1995 Mercosul intensifica trocas comerciais com países vizinhos. Plano Real traz estabilidade monetária e segurança a investimentos estrangeiros. Brasil se filia à Organização Mundial do Comércio (OMC), criada em 1994         Bolsa para mestrado, com parte das aulas na França      Protesta contra o governo Collor, como cara-pintada, e inicia curso de Comunicação       Entra para a Escola Politécnica da USP  No Rio, faz Ciências Contábeis na Universidade Snata Úrsula e entra, como trainee, na Odebrecht    1995 a 2000 Empresas brasileiras investem na expansão dos negócios, com foco na Argentina, no Chile e México. Privatização das estatatis atrai grande volume de capital estrangeiro   Entra na Brahma. Faz MBA in company, com módulo em Nova York. participa da fusão Brahma/Antarctica   Viaja de mocihla pela Europa. Início de carreira na BPM Comunicações   Estágio e efetivação na Rhodia do Brasil, auditoria em diversos países. Extensão em Finanças pela FGV  Período de aprendizado de idiomas e rotina de trabalho na Odebrecht, ainda como trainee    2000 a 2005 Comércio exterior cresce, impulsionado pelo aquecimento da economia mundial. Balança comercial tem superávit de US$ 2 bilhões em 2001, o primeiro em seis anos. Exportações atingem R$ 117 bilhões em 2005      No comitê de Convergência, prepara o grupo para fusão com a belga Interbrew. Mora na Bélgica por 4 anos     Pós em Administração de Marketing. Viaja pela América do Sul. Faz MBA em Desenvolvimento e Gestão de Pessoas. Casa-se em 2005     Expatriado para Paris. Faz MBA em Finanças e é promovido a corporate controller. Em 2005, volta para o Brasil  Expatriação para a Angola como gerente administrativo-financeiro. Casa-se no Brasil, em Salvador   2005 a 2008 Brasil recebe grau de investimento, espécie de atestado da sua capacidade de pagar as contas em dia. Atrai, em 2007, US$ 37,4 bilhões de capital estrangeiro, o dobro de 2006, e acumula reservas superiores a R$ 200 bilhões     No Brasil, vira diretor de TI e Serviços Compartilhados da Ambev. Treinamento em Tecnologia da Informação com ênfase em Inovações na Universidade de Stanford   Viagem pela França, Itália, Inglaterra e República Dominicana. Na Natura, vira gerente de RH para a América Latina. Prepara mudança para o México   É convidado pela empresa francesa Valeo para ser o diretor administrativo-financeiro da Ásia. Muda-se para a Coreia do Sul e casa-se com uma coreana  Expatriação para o Peru. Volta ao Brasil, por causa do anscimento do filho. Vira o responsável financeiro para a vice-presidência da América Latina. Viagens periódicas para diversos países  2009 Crise financeira desacelera a economia mundial. Brasil se recupera mais rápido que outros países, por causa da força do mercado interno, da solidez dos bancos e da pauta diversificada de exportações  Atua na área de Tecnologia da Informação e Serviços Compartilhados da Ambev  Se prepara para a expatriação para o México  Vive na Ásia, adaptando-se rapidamente à cultura do país  Responsabilidade sobre atividades da Odebrecht pela América Latina continua, todos os meses visita um país diferente                                                                                                                                                                                     Voltar para a matéria:   Globalização made in Brazil    Leia mais:  Para economista do BID, vizinhos latinos têm mais garra do que brasileiros    

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