Elas estão na linha de frente

Programa premia jovens cientistas brasileiras com bolsas de US$ 20 mil

Paulo Saldaña, Especial para o Estado de S. Paulo,

26 Outubro 2009 | 23h26

Reconhecer o trabalho de mulheres que estão na linha de frente do conhecimento. Além de prestígio, o Programa Para Mulheres na Ciência, parceria entre a L’Oréal, Unesco e a Academia Brasileira de Ciências, oferece desde 2006 uma bolsa de US$ 20 mil para cientistas brasileiras tocarem seus projetos de pesquisa nas áreas de Biologia, Física, Química, Matemática e Saúde.   O incentivo é bem-vindo. A presença feminina em laboratórios está em alta no País. Segundo o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) , em 1993 a participação delas em pesquisas era de 39%. Hoje, é de 49% – o índice cai para 45% quando se leva em conta só as lideranças das equipes.   A versão internacional do Mulheres na Ciência premia cinco pesquisadoras por ano, desde 1998. Quatro brasileiras fazem parte do grupo de ganhadoras: a geneticista Mayana Zatz, a bióloga Lúcia Previato, a física Belita Koiller e a astrofísica Beatriz Baybuy. Todas participaram da comissão julgadora da versão nacional deste ano. O Estadão.edu entrevistou três das sete cientistas premiadas, que terão 12 meses para apresentar os resultados de suas pesquisas.   Leia mais: Annelise Casellato: contra os riscos dos pesticidas Sheila Cavalcante Caetano: para entender os bipolares Alexandra Ioopi Zugno: investigando a esquizofrenia

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