Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Educação na pandemia: o ano está perdido? Rosely Sayão fala sobre o tema em live

Transmissão ao vivo acontece no Facebook do Estadão, às 16h; mande suas perguntas

Redação, O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2020 | 11h00

“Este ano está perdido” tornou-se uma frase frequente na fala de alguns pais e até mesmo professores quando se referem à educação de crianças e adolescentes em meio à crise do novo coronavírus.

Na pandemia, os educadores enumeram possíveis perdas: prejuízos à aprendizagem, à convivência social e até o risco de danos graves à saúde mental e à nutrição dos alunos. Mas o ano realmente está perdido? A aprendizagem se resume à escola? O que a pandemia trouxe de aprendizado para pais e professores? O que é possível tirar de lição? 

"Ninguém, em qualquer idade, perde um ano na vida. Em situação nenhuma. Acontece que as aprendizagens das crianças e dos adolescentes não se restringem ao conhecimento e/ou memorização desses conteúdos: é algo bem mais complexo que ocorre, inclusive, na interação entre os alunos e professores, quando na escola, ou com os pais, em casa", escreveu a psicóloga Rosely Sayão em sua coluna mais recente no jornal.

O Estadão conversa nesta terça-feira, 29, com a colunista para discutir o tema. O bate-papo será transmitido no Facebook, às 16h. É possível participar da live enviando suas dúvidas e comentários.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.