Educação à distância cresceu 31% no País

Mais de um milhão de pessoas estudaram à distância do Brasil em 2005, de acordo com o Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e à Distância - Abraead. A publicação é fruto de uma parceria entre a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) e o Instituto Monitor e possui o apoio da Secretaria de Educação à Distância do Ministério da Educação.?Com o desenvolvimento tecnológico surgido nos últimos anos, principalmente em relação à Internet, a variedade de cursos à distância cresceu muito. Hoje, uma pessoa que resida numa pequena cidade do interior do Nordeste, por exemplo, pode realizar um curso de altíssimo nível ministrado pelos melhores professores das grandes cidades brasileiras; é uma forma de fomentar e democratizar o acesso à educação, elevando a qualidade educacional da população e a inclusão social?, explicou o Presidente da Abed, Fredric Litto.Litto afirma, também, que o ensino à distância é a principal forma de combater as dificuldades encontradas pelos alunos na realização de um curso. ?Não há recursos financeiros para a construção de novas salas de aula ou tempo adequado para a formação de novos docentes; com isso, passou a existir uma demanda reprimida para acesso ao ensino no Brasil, que aponta para a necessidade de triplicar o número de vagas nos próximos anos?.O Brasil foi escolhido para sediar a 22ª Conferência Mundial de Educação Aberta e à Distância, que acontece entre os dias 3 e 6 de setembro, na cidade do Rio de Janeiro. Organizado pelo Conselho Internacional de Educação Aberta e a Distância (Icde), em conjunto com a Abed, o evento terá como tema principal: Promovendo Qualidade na Educação Online, na Educação Flexível e na Educação à Distância.

Agencia Estado,

20 de junho de 2006 | 16h12

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