Durante a prova, Educafro protestou contra a USP e a Fuvest

Enquanto estudantes realizavam a prova, um grupo de coordenadores do cursinho comunitário Educafro protestava contra a Fuvest. Eles se reuniram no salão da igreja de São Francisco de Assis e queimaram uma faixa com a inscrição USP/Fuvest. ?Este ato simboliza o desejo do povo pobre de que acabe esse processo injusto de seleção?, disse o diretor do cursinho, que prepara jovens carentes para o exame, frei David dos Santos. A Fuvest concedeu este ano 15 mil isenções da taxa de inscrição para alunos de escolas públicas ou que comprovassem carência. Para Santos, o número foi insuficiente.» Leia o noticiário sobre a Fuvest

Agencia Estado,

17 de novembro de 2002 | 20h54

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