Dom Cabral aposta nas humanidades como diferencial

Sustentabilidade, ética, filosofia e arte são apostas para criar currículo diferenciado

Tai Nalon, Especial para o Estadão.edu

24 Novembro 2009 | 16h43

Para a Fundação Dom Cabral, não basta investir em disciplinas comuns à maioria dos cursos de MBA oferecidos no Brasil. Temas como sustentabilidade, ética, filosofia, arte e diversidade são as apostas da instituição para criar um currículo diferenciado e de acordo com as demandas do mercado.   Num universo em que ofertas por certificados de MBA se multiplicam rapidamente, diz a coordenadora de pós-graduação da instituição, Silene Magalhães, a inserção de humanidades no currículo compensa o viés excessivamente técnico de disciplinas como marketing, finanças, logística. "O indivíduo sai de um MBA muito focado em resultados financeiros. O que queremos é incentivar o aluno a pensar sobre assuntos como mercado, imagem e liderança de forma socialmente responsável", explica.   Para que essa iniciativa vire marca registrada dos cursos oferecidos pela fundação, a Dom Cabral estuda criar um sétimo módulo - hoje são seis, num total de 18 meses de curso - cujo objetivo é encaixar conteúdos da área de humanidades com disciplinas técnicas da administração. A linha-mestra da didática da instituição, porém, permanece a mesma.   "Começamos o programa analisando o contexto empresarial, com foco na relação do indivíduo com a organização, e fechamos o ciclo com o contexto empresarial futuro, focado no executivo e na sociedade", comenta Silene.   O MBA da Dom Cabral conta hoje com 182 alunos com experiência média 5 anos na área gerencial e 36 anos de idade.

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