Docentes da PUC-SP acusam reitoria e mantenedora de 'crime trabalhista'

Segundo associação, universidade quer dar 1% de reajuste; docentes rejeitam a proposta

O Estado de S. Paulo

27 Abril 2010 | 11h46

A Associação dos Professores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Apropuc) afirmou nesta segunda-feira, dia 26, em nota, que a reitoria e a mantenedora da universidade estão cometendo um “crime trabalhista”.

 

De acordo com a Apropuc, a Fundação São Paulo, mantenedora da PUC-SP, e a reitoria publicam nesta semana um termo de acordo para “quitação total do passivo e a liquidação da pendência que envolve o não pagamento do reajustes de 2005”, que traz a proposta de pagamento de 60% da dívida mais 1% de reajuste no salário. Segundo a nota, essa proposta foi rejeitada pelos docentes.

 

A polêmica vem desde 2005, quando não houve pagamento do reajuste salarial de 7,66%. Procurada, a PUC-SP não quis se manifestar sobre o assunto.

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