Dilma: Sisu é fundamental para ampliar e democratizar acesso ao ensino superior

Presidente destacou o início da validade da Lei de Cotas já na seleção deste ano

Agência Brasil,

14 Janeiro 2013 | 11h18

A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira, 14, que o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) tem sido fundamental para ampliar e democratizar o acesso de jovens à educação superior. No programa semanal Café com a Presidenta, ela lembrou que a Lei de Cotas já vale para a seleção deste ano. A primeira chamada do Sisu pode ser consultada no site http://sisu.mec.gov.br.

 

Para este primeiro semestre, o Sisu oferece mais de 129 mil vagas em 3.752 cursos de 101 instituições públicas de ensino superior. Segundo Dilma, com as cotas, 43 universidades e 40 institutos federais reservaram pelo menos 12,5% das vagas para estudantes de escolas públicas, alunos de baixa renda, negros e índios.

 

“A partir do primeiro semestre do curso, vamos pagar uma bolsa de R$ 400 para os alunos cotistas com renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa e jornada igual ou superior a cinco horas diárias. Essa bolsa vai ser renovada de acordo com o desempenho do aluno no curso. Se ele se dedicar e alcançar bons resultados, ele vai receber esse apoio do governo durante todo o curso”, disse.

 

A presidente destacou ainda que o Programa Universidade para Todos (ProUni) também contribui para o acesso de estudantes carentes ao ensino superior. Segundo ela, 1,1 milhão de jovens já receberam bolsa para estudar em uma universidade particular.

 

As inscrições para o ProUni em 2013 começam na quinta-feira, 17. Todos os alunos que fizeram o ensino médio em escola pública e que tenham renda familiar até três salários mínimos por pessoa podem concorrer, desde que tenham participado do Enem.

 

“Veja você que a nota do Enem vale para o Sisu, para o ProUni e para os vestibulares de muitas universidades públicas. Vale também para o Ciência sem Fronteiras”, destacou Dilma. “Sabemos que a educação é o principal instrumento para reduzir as desigualdades e construir um país mais justo e mais desenvolvido. É por isso que nós vamos, cada vez mais, garantir que jovens tenham acesso à universidade.”

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