Diferentes reações após divulgação de resultado da 1ª fase da OAB

Estadão.edu conversou com bacharéis que estavam na expectativa da divulgação

Felipe Mortara, Estadão.edu

24 Fevereiro 2011 | 18h39

Após a OAB ter divulgado neste quinta-feira a lista de aprovados para a segunda fase de seu Exame da Ordem, os milhares de candidatos que fizeram a prova da primeira etapa em todo o País reagiram de formas diferentes. Conforme o Estadão.edu havia mostrado em sua edição impressa, muitos bacharéis esperavam os resultados da prova objetiva, ocorrida no último dia 13.

 

Cintia Bragato, de 34 anos, especialista em pesquisa de mercado que presta o exame pela segunda vez, fez 46 pontos. Como o mínimo exigido era 50, não foi aprovada para a fase seguinte. Porém, como tem carreira estabilizada em outra área, não ficou preocupada. “Não é algo para soltar fogos, mas também não adianta ficar desesperada”, conta. "No último exame que eu fiz, acertei 56, porém não passei da 2ª fase. É muito difícil se manter atualizada sem trabalhar com área jurídica", conta.

 

Ao contrário de Cintia, que não está prestando o exame para mudar de profissão, mas para ter um pouco mais de conhecimento, Danilo Garcia de Andrade, de 27 anos, precisa da carteira da OAB para exercer a atividade que sempre desejou.

 

Formado em Direito pela FMU e pós-graduado em Direito Processual Tributário, Danilo obteve 56 pontos, mas se mostra preocupado com a segunda fase. “Não estou otimista. A OAB é sempre uma caixinha de surpresa. Estou estudando bastante, minha parte estou fazendo.”

 

Danilo teme a interpretação das peças processuais, já que, segundo ele, "a correção é subjetiva, e não legalista". “Tenho um amigo que errou a peça e passou, e outros que acertaram e não passaram”, disse ele, enfatizando uma suposta imprevisibilidade na correção.

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