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Descubra o que o presidente da Sony Music no Brasil queria saber aos 21

Alexandre Schiavo fala sobre sua adolescência e como começou a trabalhar, ainda aos 16 anos

27 Agosto 2013 | 11h05

"Eu comecei a trabalhar aos 16 anos, movido pela paixão por computadores, com a chegada dos primeiros microcomputadores pessoais da IBM.

O primeiro computador com o qual trabalhei foi um CP200 (doméstico, produzido no Brasil), da Prológica. Desenvolvia aplicativos de exames para cavalos puro-sangue inglês em uma clínica no Jockey Club do Rio. Depois, fui programar softwares financeiros em uma outra empresa.

Sempre tive grande interesse em administração de empresas, muito inspirado pelo meu tio, que tinha uma grande revendedora da Brahma no Rio. Ele veio de baixo, lutou e chegou até o topo, com honestidade e trabalho duro. Era um verdadeiro amante dos produtos que vendia. Isso despertou a minha curiosidade por biografias, como a Made in Japan, de um dos fundadores da Sony, Akio Morita.

Descobri que para mim a relação somente com computadores era fria demais. Mas já tinha a visão do que achava importante para a formação de um bom administrador: informática, finanças e marketing.

Já na PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio), cursando Administração, descobri que o que eu queria mesmo era marketing. Um dia, na universidade, vi um anúncio para um estágio no Citibank, me candidatei e passei. Fiquei quase dois anos e cheguei a assistente do vice-presidente de operações.

Aos 21 anos, o pouco que eu sabia era que precisava ser independente, livre, não dar preocupação para a família e ser feliz. Porém, já tinha um bom plano na minha cabeça.

Trabalhei cedo para ajudar em casa e também para pagar meus estudos. Fui convidado para fazer um programa de trainee de muito prestígio na época, no Citibank de Nova York. Mas, no mesmo período, encontrei uma amiga e ela me convidou para uma entrevista de estágio na Sony Music.

Fiz a primeira entrevista e aqui estou até hoje. Ajudei a transformar a Sony Music na maior gravadora do Brasil. Aprendi muito mais coisas, mas conservo o mesmo espírito de querer realizar sonhos, ter um plano na cabeça e aprender sempre. A vida aos 21 era maravilhosa, tudo estava apenas começando…"

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