Rodolfo Semeoni
Rodolfo Semeoni

Depoimento: ‘Voltei mais maduro e com visão objetiva’

Rodolfo Semeoni, que estudou Business na High Point University, na Carolina do Norte (EUA)

O Estado de S.Paulo

26 Junho 2018 | 03h00

“Tenho 22 anos e faço intercâmbio desde os 13 anos. Durante o ensino médio, usei todas as férias para aprimorar idiomas e desenvolver habilidades profissionais e acadêmicas. Em 2010, fui para o Canadá com a escola; em 2011, fiz um mês e meio na Ross School, nos Hamptons de Nova York, de artes digitais, criação de vídeos e muita atividade física; em 2012, fui para Barcelona e Valência estudar espanhol; em 2013, fiz curso em Stanford com um projeto de sustentabilidade.

Estudei Administração e escolhi trancar a faculdade para fazer intercâmbio de seis meses nos Estados Unidos em 2016: quatro em um curso de business na High Point University, na Carolina do Norte, e o restante em Nova York, estudando inglês para o mercado de trabalho. Sempre tive vontade de estudar e trabalhar em diferentes países porque o grande aprendizado quando viajamos é o de lidar com outras culturas. Já participei de debates com pessoas com diferentes valores que não conseguiram fechar negócio por divergências de cultura. Outro grande aprendizado tem a ver com a grande zona de conforto que a maioria dos estudantes de escolas privadas vive. O intercâmbio faz com que a pessoa se torne mais independente, seja proativa e saiba lidar com os problemas por conta própria.

Antes de viajar, eu fiquei com muita dúvida sobre que país escolher. Fui para os Estados Unidos porque me identifiquei com a faculdade, mas a Europa é um lugar onde pretendo ainda fazer uma pós ou um curso especializado. Fiz toda a minha viagem e a documentação pela Experimento. Eu não tinha nem decidido o destino do intercâmbio quando fui à agência. Falei sobre meus gostos e o que esperava da viagem para meu consultor e ele me passou opções de lugares.

Os primeiros quatro meses fiquei em acomodação estudantil. Foi uma experiência muito bacana pois sempre vemos em filmes essas faculdades com fraternidades e o clima de faculdade americana é muito único. Nos dois últimos meses, fiquei em um dormitório de estudantes no Brooklyn, que mudou muito nos últimos anos e se tornou um bairro descolado.

Contando todos os ‘intercâmbios’ que fiz, são quase dois anos. Eles foram muito importantes para meu crescimento acadêmico e humano. Aprender com outras pessoas e culturas faz muita diferença no mercado de trabalho. O intercâmbio me tornou uma pessoa mais madura e interessante. Voltei para o Brasil com uma visão mais objetiva do que queria para a vida profissional. Hoje trabalho em uma empresa de big data e temos contato com pessoas de vários países. As oportunidades são muitas no mercado para quem está preparado para transformá-las em resultado.” 

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