Rafael Arbex / Estadão
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Depoimento: ‘Em um mês, meu inglês foi do intermediário para o avançado’

Nelma Nonato, consultora de Tecnologia da Informação, fez um módulo super intensivo na escola Berlitz

Nelma Nonato, O Estado de S.Paulo

27 Junho 2017 | 03h00

“Tinha voltado a estudar inglês fazia menos de um ano quando, em dezembro, optei por um módulo super intensivo na escola Berlitz. Eu tirei um ano sabático, e dezembro era meu último mês antes de voltar ao trabalho. Estava com inglês intermediário e um mês era o tempo que eu tinha para dar uma guinada. Além disso, o investimento foi atrativo: ficou mais barato do que cursar de forma regular. 

Eu fazia oito horas de curso todos os dias da semana, com intervalo para o almoço. O bom de ficar tanto tempo imerso é que você começa a pensar em inglês, força o cérebro a raciocinar no outro idioma. Pelo método da escola, eles intercalam os professores, então a cada uma hora tem outra pessoa, outro assunto, o que dá uma dinâmica boa. Claro que é cansativo, mas é possível. 

Trabalho com TI (Tecnologia da Informação), sou consultora autônoma do sistema SAP, e percebi que perdia oportunidades por não saber me comunicar em inglês. Muitas vezes no projeto nem é realmente necessário o inglês, mas por causa da crise há poucas vagas e muitos profissionais. Então, o mercado quer o melhor do melhor e aumenta as exigências. A gente tem de atender ao que o mercado pede.

Ainda não me vejo como fluente, mas há uma certa confusão no Brasil entre fluente e avançado. Hoje me sinto segura em mandar currículos para trabalhos que pedem inglês fluente. Recentemente me candidatei até para oportunidades no exterior, algo que eu não faria um ano atrás. Meu próximo passo é fazer um intercâmbio, ficar seis meses na Austrália ou na Irlanda. O aprendizado não pode terminar nunca. Sei que se eu parar todo o meu investimento nessa imersão vai ser perdido. Meu objetivo era profissional, mas falar bem inglês é algo que me dá muita satisfação pessoal também.” 

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