Cozinha foi tema da prova de química da Unicamp

A prova de química da 2.ª fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aplicada nesta segunda-feira, teve como tema o "laboratório mais freqüentado no mundo, a cozinha". O coordenador da Comissão do Vestibular, Leandro Tessler, considerou a avaliação simpática. Toda a prova foi baseada no tema alimentação. Já o teste de história exigia conhecimento em áreas distintas.O índice de abstenção no segundo dia de provas foi de 5,93%, um pouco maior que no dia anterior, de 5,61%. Curiosamente, o número de candidatos que fizeram a segunda prova em Curitiba foi de 10 pessoas ontem (13), mas apenas 9 haviam se apresentado para o teste no dia anterior. "Alguém que não fez as provas do domingo decidiu comparecer ontem", comentou Tessler.Segundo o coordenador, até agora, o vestibular de 2003 teve o menor índice de abstenção da história da Unicamp. Fica atrás apenas do vestibular do ano passado. A mais alta nota de corte deste ano na primeira fase foi de Medicina, 84,2 pontos numa escala que vai até 120. A mais baixa foi de 10,5, de Tecnologia da Construção Civil. Tessler comentou que as provas da universidade têm sempre questões fáceis e difíceis, algumas interdisciplinares, que exigem leitura atenta e interpretação. "Há diferentes níveis de dificuldade, mas uma pessoa bem informada, mesmo que não preparada, pode resolver pelo menos algumas questões. Os melhores universitários são aqueles que têm formação ampla", opinou.Na terça feira serão aplicados os testes de Física e Geografia. O coordenador lembrou que para a aprovação na segunda fase os vestibulandos não podem zerar nenhuma prova e devem acertar pelo menos 30% das disciplinas prioritárias para o curso escolhido. No caso de número reduzido de candidatos, há relaxamento nos 30%.Acompanhe a cobertura e a correção da Unicamp

Agencia Estado,

13 de janeiro de 2003 | 18h33

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