Controlando desastres ambientais

No País, são poucos os profissionais aptos em remediamento de solo e água contaminados

Bruno Versolato, Especial para O Estado

29 de abril de 2009 | 09h20

Contam-se nos dedos das mãos os bons especialistas em remediação de solo e água contaminados e desastres ambientais no País. "É uma área promissora. Se os órgãos de governo forem investigar a fundo, há muito problema de contaminação por aí", diz Marcio Almeida, professor de Geotecnia da Coppe.

 

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Formada em Engenharia Elétrica, Maria Tereza Massini descobriu o ramo de ambiente e sustentabilidade no início da década. "Trabalhava numa empresa de origem japonesa e percebia que lá eles davam muito mais valor a questões ambientais do que nós, brasileiros." Ela então fez uma especialização em ambiente e um MBA em projetos e hoje trabalha na Ecosorb, empresa especializada em tratamento de solo degradado e controle de desastres ambientais.

 

Segundo Maria Tereza, o profissional da sua área precisa ter formação multidisciplinar. "Ele vai coordenar profissionais de diferentes áreas. Precisa entender de inflamabilidade de líquidos, permeabilidade de solos e do quanto isso é arriscado para a vida humana", diz.

 

"O pessoal da geologia domina o curso de remediação de solo e água, mas tenho alunos de outras áreas, como administração, buscando especialização para gestão de risco em empresas", afirma Almeida.

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