Conselho nega novo aumento a servidores das universidades paulistas

Em reunião, sindicatos insistem em isonomia em relação a professores; reitores não negociam

Estadão.edu

18 de maio de 2010 | 17h37

Na segunda reunião para negociar o fim da greve dos servidores, o Conselho de Reitores das Universidades Paulistas (Cruesp) decidiu nesta tarde pela manutenção do reajuste de 6,57% concedido a professores e servidores da USP, Unicamp e Unesp.

 

Os trabalhadores em greve fizeram uma contraproposta de 6%, para ficarem equiparados aos professores que receberam esse aumento no início do ano. O Cruesp não aceitou e alegou que já havia concedido reajuste - para servidores e professores - de 6,57%.

 

"Nossa reivindicação agora é somente por isonomia. Queremos que os 6% dado para os professores seja concedido imediatamente", afirmou Magno de Carvalho, diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp). "Eles estão pagando para ver, querendo ver a radicalização do movimento."

 

Alguns serviços da USP, como restaurantes e bibliotecas, foram afetados pela greve dos servidores da USP que começou em maio. Unicamp e Unesp também com alguns serviços paralisados pela greve.

 

A reivindicação inicial dos trabalhadores era por 6% de reajuste, para serem equiparados aos professores que já haviam recebido o aumento, além de 16% de aumento salarial e R$ 200 incorporados ao salário-base. 

 

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