Conselho da USP se reúne para discutir medidas de segurança no câmpus

Iluminação e Guarda Universitária estão na pauta de reunião sobre Plano Emergencial de Segurança da Cidade Universitária

Felipe Mortara, Estadão.edu

20 Maio 2011 | 10h15

Professores, funcionários e estudantes da USP estão reunidos na manhã desta sexta-feira, 20, para reavaliar o Plano Emergencial de Segurança do câmpus do Butantã, na zona oeste da capital. Entre os itens da pauta estão a iluminação no câmpus, o treinamento e o contingente da Guarda Universitária, além da presença mais constante e organizada de policiais militares na USP.

 

Segundo o Estadão.edu apurou, são grandes as chances de a PM ser chamada com mais frequência à Cidade Universitária. "É incompatível querer segurança sem policiamento. Isso não tem nada a ver com o uso da polícia em momentos políticos", disse um professor titular que participa do encontro. "A Guarda Universitária pode ter um papel periférico, de prevenção a crimes."

 

Para o docente, é necessário criar um plano de segurança comum para toda a universidade. "Não podemos encastelar as unidades, deixando cada uma por si. Isso representaria a falência do sistema."

 

A reunião, que ocorre na Escola Politécnica desde as 10h10, foi convocada em caráter extraordinário e conta com representantes das unidades de ensino e pesquisa, institutos especializados e museus, além de estudantes e funcionários.

 

Veja também:

linkVeja imagens de 2 homens que podem ter participado de crime

linkAlunos fazem passeata na FEA

forum Enquete: você concorda com a presença da PM na Cidade Universitária?

blog Blog Rotina de Estudante: 'Polícia no câmpus já'

linkEstudante é morto no estacionamento da FEA-USP

blog CA divulga carta aberta após crime

 

O plano emergencial foi elaborado no dia 3 de maio e, hoje, serão discutidas ações e medidas a serem implantadas de imediato. O encontro ocorre dois dias depois de um aluno da FEA ter sido assassinado no estacionamento da faculdade.

 

Atualizada às 11h55

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.