Comissão avalia estragos na reitoria da USP

Em laudo, polícia científica vai se manifestar sobre as providências que serão tomadas

Manuel Cunha Pinto, Especial para o Estadão.edu

01 Julho 2010 | 16h59

Depois dos 57 dias da greve dos funcionários da USP, encerrada na última quarta-feira, no início da tarde desta quinta uma comissão formada pela equipe de negociação da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) e por representantes do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) analisou os estragos deixados pelos ocupantes no prédio da administração central.

 

A comissão percorreu a parte térrea da reitoria, que esteve ocupada pelos grevistas desde o dia 8, e agora espera o laudo da polícia científica para se manifestar sobre as providências que serão tomadas. O documento será divulgado na próxima segunda-feira, 5.

 

Em entrevista publicada nesta quinta-feira no Estado, o reitor da USP, João Grandino Rodas, afirmou que não haverá punição para o que for referente ao direito de greve, mas sim a atos de vandalismo e depredação do patrimônio público.

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