Colégio do Limão cobra monografia no formato acadêmico já no 9º ano

Luiza Leite, de 14 anos, mergulhou nas histórias do massacre e do julgamento do Carandiru para escrever um trabalho de 60 páginas

Victor Vieira, O Estado de S. Paulo

03 Novembro 2014 | 02h01

SÃO PAULO - As monografias também são cobradas no fundamental em algumas escolas particulares de São Paulo. No Colégio Padre Moye, no Limão, zona norte, os trabalhos de conclusão de curso do 9.º ano seguem o formato acadêmico, com normas técnicas para formatar textos e citar referências bibliográficas.

Luiza Leite, de 14 anos, mergulhou nas histórias do massacre e do julgamento do Carandiru para escrever um trabalho de 60 páginas. "Eu me interessei por ser um tema polêmico", conta ela, que vasculhou acervos jornalísticos e livros sobre o presídio. "O problema é que eu não sabia formatar os trabalhos", diz ela, que ainda fará uma apresentação formal.

Maria Cecília de Souza, gestora pedagógica, explica que os alunos podem eleger os temas de suas pesquisas, desde que sigam critérios. "Às vezes fazem escolhas que não se adequam, como falar de uma banda. É preciso focar em alguma questão ligada ao aprendizado durante o ensino fundamental."

Mais conteúdo sobre:
Educação monografia ensino médio

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.