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China e América do Sul estão no roteiro dos módulos de MBA

Estudante que quer fugir das rotas tradicionais tem boas opções

Juliane Freitas, O Estado de S. Paulo

03 de março de 2015 | 16h33

 Os Estados Unidos e alguns países do oeste da Europa, como Inglaterra e Espanha, são destinos clássicos de quem busca uma experiência internacional no decorrer do curso de MBA, mas não são a única opção.  

Para quem cogita o investimento em um módulo internacional durante a pós-graduação, há possibilidade de viajar por aqui mesmo, na América do Sul, ou para a Ásia, por exemplo.  

Na Fundação Cabral, uma das opções é fazer as malas, treinar o inglês e partir para uma imersão de uma ou duas semanas em Hong Kong. O curso ministrado na Cheung Kong Graduate School of Business (CKGSB) reúne uma série de palestras sobre a visão global de negócios sob a perspectiva econômica da China. 

"Este curso é uma referência na China, pois a universidade é uma das poucas independentes do governo de lá", explica Carla Arruda , responsável pelo curso de EMBA (Executive MBA) da Fundação.  

O módulo acontece sempre em maio e tem um custo médio de US$ 1.900 por semana. Todos os professores já deram aula em outros lugares do mundo. 

"As aulas são focadas em estratégia, no funcionamento de multinacionais e de uma atuação de negócios mais global, globalização das empresas chinesas e crescimento da China moderna", explica Carla. 

Mas não é preciso ir tão longe para ter uma boa experiência. A empresária Wanessa Kalley Ramos relutou um pouco antes de fechar um módulo internacional para o Chile, mas não se arrependeu da experiência.  

"A maior parte dos estudantes de MBA vai para Barcelona e como este módulo era voltado pra graduações inferiores, como pós-graduação ou Master, não imaginei que fosse aprender tanto. No geral, superou minhas expectativas." 

Estudante da turma de Gestão Empresarial e Estratégia na Business School São Paulo, Wanessa, que aos 35 anos comanda uma empresa de materiais cirúrgicos, acabou se decidindo pelo "sim" pois tem intenção de expandir seus negócios para o país quase vizinho. 

"Hoje eu me sinto preparada não só para esse propósito como para atuar no mercado chileno. Com o que você aprende lá, também consegue traçar um paralelo com a forma de fazer negócios no Brasil." 

Os módulos internacionais não são obrigatórios. Vale pesquisar antes de ingressar num curso de MBA se a instituição oferece essa possibilidade. Se a vontade é ir para algum lugar específico, foque no seu objetivo. 

Outras escolas como a Fundação Vanzolini, a FGV e a University of Pittsburgh também oferecem oportunidades de viajar para estudos dentro da grade de seus Masters of Business Administration. 

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