Chile descarta uso do Exérciito para conter manifestações estudantis

Três estudantes em greve de fome vão reduzir consumo de líquidos

Estadão.edu

17 Agosto 2011 | 18h58

O ministro da Defesa do Chile, Andrés Allamand, descartou o uso das Forças Armadas para conter as manifestações estudantis que ocorrerão em 11 de setembro, dia em que o golpe de Estado liderado pelo ditador Augusto Pinochet completa 38 anos, noticiou nesta quarta-feira a agência Ansa. 

  

Allamand disse que a ordem pública é de responsabilidades dos policiais municipais, em resposta ao prefeito da capital Santiago, Pablo Zalaquett, que falou no último domingo sobre a possibilidade do governo pedir ao Exército que fosse às ruas controlar as marchas, disse a Ansa. 

  

Há quase três meses, estudantes chilenos vêm promovendo manifestações públicas para pedir melhorias no setor educacional, como uma elevação no nível da qualidade de ensino e o fim da cobrança de mensalidades.

  

Três dos mais de 30 estudantes que estão em greve de fome decidiram radicalizar seu protestos e anunciaram que diminuirão de forma gradativa seu consumo de líquidos, disse a Ansa.

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