'Chegamos ao nosso limite', diz diretor do Sintusp

Férias de julho teriam motivado encerramento da paralisação; grevistas temem punições

Carlos Lordelo, Especial para o Estadão.edu

30 Junho 2010 | 16h32

Para o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), Magno de Carvalho, o fim da greve teve uma motivação simples: "Chegamos ao nosso limite".

 

Depois de 56 dias de greve, Carvalho afirma que, embora a briga em relação à isonomia salarial pareça perdida, "a reitoria vai pensar dez vezes antes de dar reajuste aos professores e não aos servidores".

 

A partir da próxima segunda-feira, a universidade vai ficar vazia, por conta das férias e a greve

"perderá seu poder de barganha".

 

Embora a reitoria tenha divulgado nota nesta quarta-feira afirmando que não irá punir os grevistas, Carvalho diz acreditar que serão movidas ações contra vários sindicalistas.

 

 

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