Carga horária e formato diferem, diz Petrobrás

Companhias estatais excluem os tecnólogos dos editais de seus concursos públicos

Luciana Alvarez, O Estado de S. Paulo

20 Outubro 2010 | 10h04

A Petrobrás informa que não aceita tecnólogos em seus processos seletivos porque “para a empresa, existem diferenças nos diplomas de graduação de ensino superior, seja quanto à carga horária, seja quanto à abrangência de atuação”. “O currículo de bacharel atende à companhia, visto que contém disciplinas importantes para o exercício de atribuições na indústria do petróleo”, diz a nota.

 

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A Caixa Econômica Federal explicou que abre concursos para técnico bancário, para os quais não há exigência de curso superior, e para carreiras como advogado, arquiteto, engenheiro. Nesses casos, “exige-se diploma” e também o registro em órgão de classe.

 

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) informou que define o perfil profissional mais adequado às suas necessidades de pessoal, conforme permite a legislação vigente. “A condição de gestora e não de operadora do sistema intermunicipal de transportes faz com que cargos de graduação superior com maior carga horária sejam mais adequados à natureza da empresa”, afirma o texto enviado ao Estado.

 

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) informou estar aberta à contratação de tecnólogos no futuro.

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