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Caminho para ser antropólogo está mais curto

Estudo das relações humanas e das formações sociais são o alvo da carreira

Juliana Portugal, O ESTADO DE S. PAULO

20 Setembro 2010 | 13h14

Há alguns anos, o caminho para quem planejava ser antropólogo era mais longo. “Antes, era preciso fazer ciências sociais e, depois, uma pós-graduação ou mestrado na área para ser considerado antropólogo”, conta o coordenador do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o antropólogo Marco Antonio Mello.

 

Hoje, algumas universidades já oferecem a graduação, como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na instituição pública, desde o começo deste ano, os estudantes do curso podem optar por habilitação em antropologia social ou em arqueologia.

 

“O antropólogo estuda as relações humanas, como se dão as formações sociais e tudo que possa afetá-la”, diz a professora e doutora do departamento de antropologia da Universidade de São Paulo (USP), Ana Cláudia Marques.

 

A mestra ainda afirma que o profissional precisa ter uma curiosidade aguçada, sensibilidade para perceber o próximo e estar disposto a entender as diferenças.

Segundo Mello, a maioria dos antropólogos opta por seguir a carreira acadêmica, porém, há oportunidades em órgãos públicos como em secretarias de Patrimônio Histórico e no Ministério da Cultura.

 

Mais sobre a carreira em Antropologia:

Salário inicial: R$2 mil

Duração do curso: 8 semestres

Disciplinas: Cultura brasileira, etnologia indígena, globalização cultural, história, semiótica, museologia e linguística.

 

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