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"Assíduo" das feiras de Ciências vira coordenador de cursos

Estudante de engenharia, que participou de diversas feiras de ciências ao longo de sua formação, assume vice-diretoria da escola em que estudou

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S. Paulo

16 Março 2015 | 09h15

A participação frequente em diversas feiras de ciências - inclusive internacionais - fez com o que o professor fluminense Everton Salomão Portella, de 29 anos, chegasse ao ponto da carreira em que está hoje. De aluno, passou a coordenador de quatro cursos da Escola Técnica Rezende Rammel, no Rio de Janeiro - Mecatrônica, Eletrotécnica, Petróleo e Gás e Automação Industrial.

Quando estudante da mesma instituição, Portella participou quatro vezes da Febrace, além de outras feiras de destaque no País, como a Mostra Brasileira de Ciência e Tecnologia (Mostratec), realizada em Novo Hamburgo (RS). Como orientador, chegou também a participar da renomada Feira Internacional de Ciências e Engenharia, a Intel ISEF.

O bom desempenho garantiu ao então estudante uma bolsa de estágio no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São Paulo. Ficou na capital por oito meses, onde auxiliou em  projetos como, por exemplo, a criação de uma garra robótica. 

Depois do curso, retornou ao Rio para fazer a graduação na Gama Filho - período em que recebeu convite da escola técnica para trabalhar como orientador. Mais tarde, depois uma pós em mecatrônica na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tornou-se professor efetivo. E lá está, há seis anos.  “Hoje entendo que a oportunidade que tive hoje na instituição foi por causa desses projetos. Por meio deles eu pude demonstrar o que poderia fazer. Aprendi muito”, disse. 

Com as novas funções, precisou especializar-se mais - agora estuda Supervisão e Administração Escolar.  “Essas feiras são fundamentais para o crescimento social do País. Ajudam no crescimento do aluno, já que não são uma obrigação. É algo prazeroso”. 

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