Aprendizagem por projetos pode contribuir para a formação do século 21, diz professor

Para Romero Tori, que participou da Imagine Cup em Sydney, metodologia precisa ser adotada em maior escala

Estadão.edu,

16 Julho 2012 | 10h32

A Imagine Cup, maior competição de desenvolvimento e design digital do mundo, já acabou, mas além de deixar lembranças, ficaram os bons exemplos para o Brasil, país mais premiado da edição deste ano. Para o professor Romero Tori, professor da Poli e do Senac, o evento organizado pela Microsoft fixou algumas convicções.

"A primeira é de que nossos jovens conseguem sim ter foco, disciplina e competência para realizar projetos complexos e arrojados. Basta que tenham a devida motivação. A segunda é que aprendizagem por projetos é uma metodologia que contribui muito para a formação do profissional do século XXI, em especial na área de tecnologia, e precisa ser adotada em maior escala por nossas escolas. A terceira é que fluência na língua inglesa e competência para apresentação e oratória são fundamentais para o sucesso profissional e que tais competências precisam ser fortemente trabalhadas em sala de aula", escreveu em seu blog.

Tori foi orientador principal do projeto de conclusão de curso de Roberto Sonnino junto com a engenheira Keila Matsumura, premiado como melhor projeto do curso de engenharia de computação da Escola Politécnica da USP em 2011. Reforçada por Eduardo Sonnino, irmão mais novo de Roberto, para disputar a Imagine Cup, a equipe foi a Sydney apresentar o trabalho na categoria Kinect. Não só representaram o Brasil, como ficaram em primeiro lugar.

Os irmãos Sonnino ainda ganharam em mais duas categorias, Windows Azure Challenge e Windows Metro Style App Challenge, nas quais o pai deles, Bruno, foi o mentor, como mostrou reportagem do Estadão.edu.

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