HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO
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Amigos estudam para o vestibular e se divertem juntos

Estudantes do Colégio Santo Ivo que ganharam bolsa em cursinho procuram conciliar aprendizado do conteúdo com atividades extras

Fabio Mazzitelli, Especial para o Estado

23 Outubro 2015 | 03h00

SÃO PAULO - Milena Gomes Lopes, Pedro Vicente Buogo e Matheus Cerri, todos de 17 anos, seguem as recomendações de equilibrar estudo com atividades extracurriculares. Alunos do 3.º ano do ensino médio do Colégio Santo Ivo, na Vila Leopoldina, eles ganharam bolsa em um cursinho pré-vestibular e passaram a emendar uma rotina de, no mínimo, nove horas diárias de estudo - seis na escola e três no cursinho.

“Nós três somos muito amigos. Vamos ao cinema juntos, saímos para jantar, assistimos a séries”, conta Matheus Cerri, que passou a ver Prison Break porque o protagonista é engenheiro civil, profissão que escolheu. Do trio, o aluno é quem mais se inscreveu em exames: seis. Uma de suas táticas para estudar é fazer provas de vestibulares anteriores das instituições.

Milena e Pedro se inscreveram em quatro exames cada um. A aluna, que pretende cursar Direito, busca reforçar o conteúdo de Física, mas “sem decoreba”. “Tenho alguma dificuldade, mas quando entendo parece que tudo se encaixa.”

A estratégia de Pedro, vestibulando de Economia, é direcionada para ingressar na instituição de sua preferência. Embora vá fazer outras provas, quer entrar na Fundação Getulio Vargas (FGV). A avaliação da FGV exigirá justificação matemática, um detalhamento do raciocínio lógico para explicar os resultados. “Tem que entender o que aconteceu. Não basta saber fórmulas.”

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