Alunos travestis e transexuais poderão usar nome social em SP

Prefeitura de São Paulo também deve dar bolsas para que população LGBTT volte a estudar; ações fazem parte do projeto Transcidadania

O Estado de S. Paulo

09 Janeiro 2015 | 02h30

SÃO PAULO - A partir de 2015, as escolas da rede municipal passarão a aceitar o nome social de alunos e funcionários transexuais e travestis.Todas os crachás, documentos ou diplomas, de acordo com a Secretaria Municipal de Educação, deverão seguir essa orientação. Em abril, o Conselho Estadual de Educação aprovou uma norma que garante o nome social para estudantes travestis e transexuais nas redes pública e particular paulistas. 

A ação na rede do município faz parte de uma nova fase do Projeto Transcidadania, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos, que será lançado oficialmente em 29 de janeiro. O objetivo do projeto é aumentar inclusão social e a escolarização da população LGBTT em situação vulnerabilidade. A Prefeitura deve pagar bolsas para manter os atendidos pela iniciativa nos estudos.

No fim do ano passado, houve formação com a equipe das três unidades educacionais que participarão do projeto piloto - uma escola de ensino fundamental e duas de educação de jovens e adultos. Todas fique na Diretoria Regional de Ensino do Ipiranga, perto da região central, onde há maior demanda. 

Mais conteúdo sobre:
travestis transexuais

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.