Alunos se tornam protagonistas da própria educação
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Alunos se tornam protagonistas da própria educação

Com a reforma do Ensino Médio, as escolas começam a adotar uma formação que privilegia preferências e habilidades dos estudantes. No Colégio Visconde de Porto Seguro, essa dinâmica já é uma realidade que rende resultados concretos

Colégio Visconde de Porto Seguro, Media Lab Estadão
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21 de janeiro de 2020 | 16h58

Os alunos como ponto central do sistema de ensino. A ideia pode parecer óbvia, mas trata-se de um conceito que só começou a ganhar força a partir das propostas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento criado em 2017 para regulamentar e unificar as aprendizagens essenciais trabalhadas nas escolas brasileiras.

Para o Ensino Médio, a expectativa é que a reforma seja concluída até 2021. No entanto, algumas escolas têm se adiantado às mudanças da BNCC e já oferecem uma educação focada na liberdade dos alunos para escolher sua linha de formação com base em suas preferências e intenções de carreira.

Esse é o caso do Colégio Visconde de Porto Seguro, onde a atualização no processo de ensino e o protagonismo dos estudantes não são novidade. Impulsionar múltiplos talentos por meio de uma educação integral e atividades fora da matriz tradicional é uma realidade na escola há 15 anos. “Nós acreditamos no poder desse panorama educacional”, afirma o professor José Manuel Melo, coordenador institucional dos Itinerários do Ensino Médio da escola.

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“Nossos alunos enxergam o verdadeiro significado do Ensino Médio e desenvolvem uma visão social, vendo a si mesmos como agentes transformadores, capazes de aplicar na sociedade o conhecimento adquirido em sala de aula.”
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José Manuel Melo, coordenador institucional dos Itinerários do Ensino Médio

Transformando alunos em jovens empreendedores

Todos os anos, os estudantes da escola elaboram projetos temáticos que envolvem etapas de pesquisa e criação de produtos. Para tanto, eles consideram perspectivas globais, utilizam recursos tecnológicos e pensam em soluções inovadoras para questões reais e atuais, além de contar com a tutoria de universidades parceiras.

Em 2019, um dos trabalhos de destaque veio do grupo da 1ª série do Ensino Médio do Panamby, que produziu um copo sustentável – ideia que surgiu a partir da necessidade de substituir os canudos plásticos. O projeto teve o apoio da Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), que ajudou as alunas na escolha dos materiais e imprimiu os copos em impressoras 3D, e da Faculdade de Belas Artes, que colaborou com o design do produto.

“Como diferencial, as meninas do grupo incluíram uma semente em cada copo. Assim, quando descartado na natureza, ele se decompõe e dá origem a uma planta. A proposta pode até ser simples, mas a tecnologia envolvida é complexa. Por isso, contamos com o apoio dos professores das universidades”, explica José Manuel.  

Carlson Toledo, diretor institucional do Ensino Médio do colégio, enfatiza a importância desse tipo de trabalho: “Os estudantes se envolvem e interagem no processo de aprendizagem. Eles precisam pesquisar, gerar ideias, desenvolver a oratória, colocar a mão na massa e, de fato, entregar um produto que seja viável e interessante para a sociedade”.  

Esse conceito pioneiro de ensino alinha o Porto Seguro ao propósito dos recentes itinerários formativos – estruturas previstas na BNCC que complementam as disciplinas obrigatórias (Língua Portuguesa, Matemática e Inglês) e são voltadas ao empreendedorismo, investigação científica e mediação e intervenção sociocultural.

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“Nossa expertise já nos aproxima do que se deseja para 2022, quando o novo Ensino Médio estará implementado em sua plenitude.”
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Carlson Toledo, diretor institucional do Ensino Médio

Ele conta que, a partir deste ano, os alunos poderão escolher entre três opções de formação: Escola de Negócios, Escola de Ciências da Natureza e a Escola de Ciências Humanas. “Um dos eixos estruturantes dos itinerários é o empreendedorismo, habilidade que fazemos questão de explorar e encorajar há mais de uma década e que vamos levar para as áreas de ciências humanas e de natureza. Com isso, vamos continuar formando cidadãos que possam evoluir, viver melhor e contribuir mais com a sociedade”, conclui.

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