Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Alunos relatam que problemas para inscrição no Sisu persistem

Candidatos, que fizeram as provas em dezembro, também tiveram dificuldade de visualizar notas do exame em 18 de janeiro

Isabela Palhares, O Estado de S.Paulo

25 Janeiro 2017 | 14h23

SÃO PAULO - Dois dias após o início das inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), estudantes que fizeram a segunda aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio  (Enem) reclamam que ainda não conseguiram acessar o sistema nesta quarta-feira, 25. O Ministério da Educação (MEC) disse que identificou "inconsistências no sistema" e a previsão era de que seriam sanadas e o Sisu voltaria a normalidade até o fim desta quarta-feira, 25.

Nas redes sociais, os candidatos afirmam que não conseguem efetuar a inscrição e reclamam que estão sendo prejudicados em relação aos demais. 

O MEC informou ter identificado que cerca de 700 candidatos tinham notas na base de dados do Enem que registravam participação na primeira e na segunda aplicação do Exame. "Essas inconsistências já foram corrigidas", disse o ministério. A pasta disse que não haverá prejuízo para nenhum candidato. 

Ainda de acordo com o MEC, no dois primeiros dias de inscrições foram registradas mais de 230 mil mudanças de senha na base do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do exame, o que impede temporariamente o acesso ao Sisu.

Até as 13h desta quarta-feira, o sistema recebeu 1,6 milhão de inscritos e 3,1 milhão de inscrições, cada cadidato pode escolher até duas opções de curso. Segundo o MEC, o número é similar ao do mesmo período do ano passado. 

Ocupações. A segunda aplicação do Enem ocorreu após o exame ser adiado em escolas que estavam ocupadas na data oficial do exame, em 5 e 6 de novembro. A nova prova foi aplicada em 166 municípios para 277.624 pessoas.

Os estudantes ocuparam os prédios escolares em protesto contra Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que estabelece um teto para os gastos públicos, incluindo saúde e educação, e a proposta de reforma do ensino médio, entre outros pontos.

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