Adeptos querem implantar neurolingüística em escolas públicas

Praticantes de Programação Neurolingüística(PNL) querem implantar o programa nas escolas públicas do Brasil a partir de um projeto piloto, que deverá começar pelo Rio. A idéia é combater o "analfabetismo funcional" identificado em recente pesquisa Unesco, segundo a qual cerca de 50% dos estudantes brasileiros com 15 anos têm dificuldade de entender os textos que lêem.O cardiologista Jairo Mancilha, trainer em PNL, diz que a idéia é oferecer cursos gratuitos de 15 a 20 horas para professores da rede pública a fim de motivá-los, além de ajudá-los a "ensinar de maneira mais fácil". Para o médico, é essencial que o professor entenda que os alunos aprendem de forma diferente.Os cursos gratuitos serão ministrados por trainers em PNL - profissionais de várias carreiras que passaram por 350 horas de cursos de neurolíngüistica. Os interessados receberão uma cartilha com orientações práticas e serão incentivados a procurar uma escola pública para oferecer a técnica ao professores.A neurolingüística estuda a estrutura da "experiência subjetiva" do ser humano, explica Mancilha. "É o manual do ser humano. Estuda como nós criamos nossos estados de entusiasmo ou da depressão, como nós aprendemos, pensamos ou sentimos."

Agencia Estado,

05 de agosto de 2003 | 07h38

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