A quatro dias do começo das aulas, USP Leste segue sem lugar para atividades

Câmpus da unidade foi interditado judicialmente no começo de janeiro; reitoria tem dificuldades de encontrar novo local para as atividades

O Estado de S. Paulo

20 Março 2014 | 11h20

A quatro dias do começo da aulas, previsto para segunda-feira, 24, os cerca de cinco mil alunos do câmpus Leste da Universidade de São Paulo (USP) ainda não sabem onde vão estudar. O terreno da unidade está interditado judicialmente há 70 dias por causa de problemas ambientais. Até esta quinta-feira, 20, a reitoria não comunicou o local para onde serão transferidas as atividades acadêmicas.

Os estudantes das outras unidades começaram as aulas em 17 de fevereiro, como previa o calendário oficial da instituição. A reitoria da universidade chegou a afirmar que as atividades acadêmicas da USP Leste voltavam em 10 de março, mas adiou novamente por dificuldades de encontrar um espaço adequado. Nesta data, alunos da unidade fizeram protesto no câmpus Butantã contra a falta de lugar para as aulas e os problemas ambientais da unidade.

Ao mesmo tempo em que tenta desbloquear o câmpus na Justiça, a reitoria procura alternativas. Foram cogitadas Faculdades de Tecnologia (Fatecs) da região, mas a ideia não foi à frente. De acordo com professores da unidade, a USP busca agora prédios de faculdades privadas na zona leste. O entendimento do reitor Marco Antonio Zago é de que levar as atividades para outra região da cidade traria ainda mais transtornos aos docentes, alunos e funcionários da USP Leste.

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