DIDA SAMPAIO/ESTADAO
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15 Estados e DF aderem ao Programa de Escolas Cívico-Militares do MEC

O projeto abre agora uma nova etapa, desta vez para a inscrição de municípios interessados em participar

Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

01 de outubro de 2019 | 11h05

BRASÍLIA - Quinze Estados e o Distrito Federal aderiam ao piloto do Programa de Escolas Cívico-Militares do Ministério da Educação. Lançada em setembro, a proposta prevê a participação de militares da reserva em atividades educacionais e administrativas das unidades.

O projeto abre agora uma nova etapa, desta vez para a inscrição de municípios interessados em participar.  Prefeituras terão entre os dias 4 e 11 para manifestar o interesse. Todas cidades podem participar, incluindo as que estão inseridas em Estados que não manifestarem. 

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse ter considerado boa a adesão nesta etapa. O projeto piloto prevê a instalação de 216 escolas nesse modelo até 2023.

Anualmente, serão 54. O orçamento previsto para a atividade em 2020 é de R$ 54 milhões, 1 milhão por unidade que aderir. Os recursos serão usados para melhoria de infra-estrutura e para o pessoal.

A expansão de escolas cívico militares é uma promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro. Para Weintraub, esse modelo atende os desejos de famílias, que querem que seus filhos estudem escolas nesse modelo.

Questionado quais os benefícios desse formato, ele afirmou: "Eu conheci o modelo e toda vez que visito eu fico encantado. A gente imagina que seja uma coisa rígida, severa, dura, pelo contrário", disse. "As crianças tem um sentimento de coleguismo , precisa ver como é bonito, é muito fraterna."

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