Uma escolha que está amadurecendo

Estadão

03 Maio 2011 | 10h57

Parece-me que, quanto mais o tempo passa, mais apertada fica a minha rotina de estudante. Na semana anterior à Páscoa, dediquei meu fim de semana à minha futura vida universitária. No sábado, fiz um simulado da Fuvest na escola; domingo, visitei a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Foram duas experiências muito boas como aluno de 3.º ano.

Vendo que estava me pressionando muito quanto à carreira que irei escolher, decidi ir de cabeça vazia ao simulado. Não me preocupei com o resultado, saí com os amigos no dia anterior a ele e, deste modo, não fiquei tenso na hora da prova. Por incrível que pareça, faturei 17 pontos comparando minha pontuação com minha nota de treineiro na Fuvest 2011. Logicamente, parte desses pontos se deve a um pedaço da matéria que faltava, a qual aprendi nesse comecinho de ano. Porém,  não tenho dúvidas que a inexistência de pressão foi essencial para minha nota.

E foi justamente com esse estado de tranquilidade que fui visitar a FMUSP. E esse foi o motivo para que em vez de, como o usual, ficar mais nervoso a cada vez que o assunto é opção profissional, eu tenha sentido a visita como algo extremamente construtivo. Inclusive, recomendo para aqueles que se encontram na mesma situação que eu!

Se prestarei Medicina ou não, prefiro não me desesperar com isso agora. Com as experiências mencionadas acima, aliadas aos conselhos de minha orientadora profissional, percebi que a escolha é como uma bússola: à medida que caminhamos, ela aponta para o caminho certo.

Tomás Millan é aluno do 3.º ano da Escola Vera Cruz

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