Tecendo redações

Estadão

13 Maio 2011 | 08h04

Bom dia, leitores!

Mais uma semana chega ao fim. Na segunda-feira, assisti à aula de redação com certa preocupação. O professor havia nos orientado a fazer um projeto de texto que, segundo ele, evitaria repetições e salientaria a “progressividade textual”.

Ansioso por testar tal método, decidi separar uma hora e meia daquele mesmo dia para produzir um texto. Após selecionar caprichosamente o que seria escrito em cada parágrafo, comecei. No entanto, não esperava que, justo naquele dia, os argumentos teimassem em ficar no plano das ideias. Com esforço, consegui terminar a redação, que ficou parecendo mais um amontoado de frases do que um tecido de palavras. Consequência: o pesadelo da redação voltou.

Sabendo que se trata de um trabalho a longo prazo, agradeço à equipe do Estadão.edu por proporcionar este espaço para que eu desenvolva minha escrita, tendo em vista a importância da redação no vestibular. Agora, me resta parodiar Marcel Proust e ir em busca do tempo perdido.

Caio Godinho é aluno do Anglo

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