Páginas obrigatórias

Estadão

28 Setembro 2010 | 00h24

Além de todo o conteúdo que temos que saber para o vestibular, sempre tem aquela listinha de livros. Dos títulos da Fuvest, confesso que tem um que não desce: “A Cidade e as Serras”, de Eça de Queirós. Quando acabo uma página, é como se tivesse lido umas quinze. O jeito foi ler o resumo, mesmo. E tentar lidar com a culpa. Ninguém é perfeito.

Para assimilar melhor as leituras, nessa semana que passou teve palestra no cursinho sobre “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo, e sobre “Capitães de Areia”, de Jorge Amado. Fiquei das 14h às 19h ouvindo resumo e análise das obras. Só cinco minutos de intervalo. Super cansativo, mas vale a pena, porque sempre tem coisas que não percebemos quando lemos os livros. Às vezes, é preciso alguém que entende do asusnto para nos ajudar a ver certas coisas que o autor quis passar. Mas só dá para ir para essas palestras já tendo lido os livros, senão, corre-se o risco de ficar à deriva.

Fora a listinha, tem outras leituras meio obrigatórias: as notícias. Tento ler revistas semanais para me atualizar. Mas ainda vou comprar uma revista de atualidades que faz um resumão do ano.

Para descansar os olhos de tantas páginas, a distração da semana foi um rodeio em Guararema. Fui com os amgios e com meu namorado. Mas, na volta, veio o choque de realidade: rotina de vestibulanda de novo.

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