Informação é o que não falta

Estadão

17 Maio 2011 | 11h11

No fim da semana passada, ao sair da minha orientação profissional, parece que sintetizei tudo que já tinha pensado a respeito das carreiras. Depois de meses investigando todas as opções, ficou claro para mim que, pelo menos no meu caso, o ideal não é escolher um ofício e a ele me adaptar, mas sim escolhê-lo de acordo com minha personalidade.

Talvez o maior desafio ao escolher uma profissão não seja conhecer na palma da mão todos os cursos que podem ser encontrados por aí, mas sim a si mesmo. E, nesse quesito, não adianta ter pressa. No começo do ano eu estava completamente confuso e perdido e, por estar no ano do vestibular, acabei me desesperando. Para aqueles que se encontram na mesma situação que eu, acho que a chave do sucesso é ter calma e serenidade em vez de nervosismo e desespero, permitindo assim uma escolha mais consciente.

A princípio, aspirava por uma área na qual pudesse continuar estudando para o resto da vida. Porém, descobri que é possível fazer isso em qualquer carreira. Olhando então para o restante das variáveis, o que mais se encaixou no meu perfil foi, por enquanto, a área de arquitetura.

O que me resta agora é ir fundo na questão. Conversar com profissionais, assistir a palestras, visitar ambientes de trabalho e conhecer faculdades. Além disso, ainda há as visitas monitoradas e a feira de profissões que ocorrem no segundo semestre lá no Vera. Informação é o que não falta!

Tomás Millan é aluno do 3.º ano da Escola Vera Cruz

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