Férias da orientadora

Estadão

16 Agosto 2010 | 07h32

Se carnaval fora de época chama-se micareta, como será que se chamariam férias fora de época? Picareta?! Picareta é o que vocês vão pensar de mim depois do próximo parágrafo! Mas tudo bem, aceito o “apelido” com satisfação e até com um leve sorrisinho no rosto. Afinal, minha querida orientadora precisou ausentar-se para participar de um congresso internacional. E certa de que ela estará muito ocupada com suas tarefas (inclusive para ler esse humilde post), joguei todos os papéis pro ar e corri em disparada em direção a todos os programas muito legais que São Paulo oferece.

Estou disposta a passar uma semana inteirinha olhando com imenso desprezo minha agenda! A maior preocupação do dia será: qual a hora da sessão? Pizza ou comida japonesa? Cinema ou teatro?

Então, para cortar o laço e inaugurar minha programação de férias: 21ª Bienal do Livro de São Paulo. Uma ótima oportunidade para entrar em contato com novidades, num preço acessível e ainda  sentir o cheirinho bom de livro novo! Aliás, isso me fez pensar na catastrófica previsão que algumas pessoas fazem acerca da extinção dos livros impressos. Sem claudicar: isso é impossível!!

Não, não estou de maneira alguma criticando as publicações virtuais. Não escreveria aqui se não fosse simpatizante o suficiente, porém, sou contra o radicalismo. As publicações impressas e virtuais oferecem experiências diferentes para o leitor, sendo, no mínimo, desnecessário exilar os livros na masmorra do passado!

Fico por aqui! Mas se dieta, promessa, conta atrasada e as férias começam na segunda–feira, por que não entrar no Estadão.edu e dar uma olhadinha no blog, hein?! Só pra relaxar…

Abraços! Até a volta.

Mariana Marques, enfermeira e pós-graduanda da USP

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