Do caos à quase organização

Estadão

25 Fevereiro 2011 | 14h37

A semana começou meio de pernas para o ar porque, às pressas, tentaram dividir a gigantesca turma de Comunicação Social da Unisa (cá para nós, 130 pessoas numa sala de aula com capacidade para 90 não dá muito certo…). No meio da confusão, soubemos que no dia seguinte a situação seria normalizada com a formação de duas turmas para as aulas do núcleo  comum – matérias que os alunos de todos os quatro cursos de Comunicação têm em comum. Eis que surgiu o problema: dividir sem critério, separando (ou melhor, massacrando)  os integrantes de cada habilitação…

Nunca deixe um sistema fazer o trabalho de um ser orgânico, senão vai pisar em ovos como a coordenadora dos cursos pisou na terça-feira, quando teve de enfrentar uma turma (nem de longe pequena) lutando para melhorar a divisão.

Terça foi mesmo um dia conturbado. Entre desmaios e brigas, não houve aula direito e tudo terminou em uma agitada reunião com a coordenadora (com os professores de testemunha, aqueles que não conseguiram dar aula). No fim, tudo foi solucionado.

Agora a coisa tomou rumo. Com a nova divisão, o bonde seguirá livre e desimpedido, para que as matérias mantenham o planejamento.

Tudo é novo, diferente e inovador na faculdade. Um ambiente descontraído onde você se sente à vontade e tem, a cada dia que passa, mais vontade de continuar ali e com a certeza de que todos os seus sonhos (por mais loucos que sejam) possam de fato se concretizar. É, sem dúvida, uma das melhores sensações do mundo.

Sabrina estudou na Escola Waldorf Micael e é caloura de Jornalismo na Unisa