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Vendedor de lápis e borrachas diz ter lucrado mais no Enem

Redação

27 Novembro 2011 | 13h16

* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu

SÃO PAULO – Existem 325 inscritos para a Fuvest no câmpus da Estácio UniRadial em Santo Amaro, zona sul. Vários deles passaram pela única barraquinha que vendia canetas, réguas e borrachas, em frente ao local do exame.

O vendedor diz ter faturado cerca de R$ 400 hoje, mas ressalta que o Enem foi melhor para seus negócios: “só no sábado faturei R$ 600.” Ele lamenta, porém, ficar apenas com 40% dos lucros. No domingo do Enem, faturou mais vendendo água mineral. “Estava muito quente no dia”, lembra ele, que tem 17 anos e pretende um dia estudar Engenharia Civil.

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