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USP vai reavaliar Plano Emergencial de Segurança

Carolina Stanisci

19 Maio 2011 | 15h52

A reitoria da USP divulgou, no início da tarde, “comunicado sobre falecimento de aluno da FEA”. Além de decretar luto oficial por três dias pela morte do estudante da FEA-USP Felipe Ramos de Paiva, a universidade divulgou que pretende reavaliar Plano Emergencial de Segurança, em reunião extraordinária, amanhã. O plano já havia sido debatido pelo conselho gestor do câmpus da capital, que reúne representantes das unidades de ensino e pesquisa, institutos especializados e museus, além de representantes discentes e de funcionários

Segundo comunicado, a Guarda Universitária vem fazendo o possível para coibir episódios de violência no câmpus, apesar de seu “caráter estritamente patrimonial”.

Leia abaixo:

“Comunicado da Reitoria sobre Falecimento do aluno da FEA

A Reitoria da Universidade de São Paulo lamenta, com grande pesar, o falecimento do estudante Felipe Ramos de Paiva, aluno do quinto ano do curso de Ciências Atuariais da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), ocorrido no dia de ontem, no interior da Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira.

Em virtude do passamento do estudante, foi decretado luto oficial de três dias, a partir desta data, em respeito à perda de um ente querido da comunidade acadêmica. O Centro Acadêmico Visconde de Cairu encaminhou à Reitoria carta aberta aos alunos da FEA, demonstrando sua solidariedade ao sofrimento da família e amigos.

O Conselho Gestor do Campus da Capital, que congrega representantes das Unidades de Ensino e Pesquisa, Institutos Especializados e Museus, além de representantes discentes e de funcionários, definiu a elaboração de Plano Emergencial de Segurança para a Cidade Universitária, em reunião realizada no dia 3 de maio passado.

Amanhã, dia 20 de maio, o referido plano será reavaliado, em reunião extraordinária, que definirá as necessárias ações e medidas a serem implantadas de imediato.

Cabe informar, ainda, que medidas já vêm sendo tomadas, há algum tempo, para coibir casos de violência no câmpus, que, infelizmente, refletem a realidade do entorno em que ele está inserido na cidade de São Paulo.

Ressalte-se  que todo o esforço possível tem sido feito pela Guarda Universitária, apesar de seu caráter estritamente patrimonial, para garantir a segurança dos usuários do câmpus.”