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Tecnologia e religião na política

Sergio Pompeu

06 Novembro 2010 | 12h27

“Acho meio inviável colar pelo relógio, mas a tecnologia evoluiu muito. Se o Inep proibiu o relógio deve ter alguma razão”, disse Agenor de Souza, de 47 anos, candidato a uma bolsa do ProUni na Uniban em Geografia. Inspetor de escola municipal, ele quer virar professor da disciplina. “Com o ProUni, aqui em São Paulo só não estuda quem não quer. A oferta de cursos é muito grande”, disse Souza, que tem renda mensal de R$ 1.100. Ele fará o exame em instantes na Unip Paraíso, zona sul, e aposta que a prova terá alguma questão de atualidades sobre o peso da religião na política.