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Simulado nacional do Enem usa TRI

Redação

10 Julho 2009 | 17h33

Por Elida Oliveira

Com as mudanças anunciadas no Enem, a nota do candidato não dependerá apenas do número de questões que acertou, mas do grau de dificuldade de cada uma delas. Adotada este ano pelo Inep, órgão responsável pelo Enem, a Teoria de Resposta ao Item (TRI) exige que as questões sejam pré-testadas para avaliar o peso que elas terão.

Para fazer um simulado fiel ao novo modelo do exame, a Funrio, organizadora de concursos públicos do País, e a Abaquar, consultora educacional, seguiram esse caminho. “Desenvolvemos as questões e pré-testamos dentro de escolas públicas e privadas, e também em outros trabalhos que fazemos com Secretarias de Educação”, diz Gisele Gama, presidente da Abaquar. O simulado será realizado em 8 de agosto, em todas as capitais do País, com taxa de inscrição de R$ 30.

Assim como no Enem, o simulado nacional da Funrio e Abaquar terá quatro provas, uma para cada área de conhecimento, com 30 questões. No entanto, ele será feito em apenas um dia, de manhã e de tarde, das 9 às 15 horas. O Enem será realizado em dois dias, 3 e 4 de outubro.

As inscrições para o simulado serão feitas pela internet até as 23h59min do dia 15 de julho de 2009, horário de Brasília. Para se inscrever, o candidato deverá acessar o endereço www.funrio.org.br e clicar em “Concursos Externos”, ou www.abaquarconsultores.com.br. A taxa de inscrição poderá ser paga em qualquer banco e pela internet. Os colégios poderão efetuar as inscrições de seus alunos de forma coletiva a partir do dia 6 de julho.

A Funrio e Abaquar darão bolsas para estudantes de escolas públicas. “A cada conjunto de inscrições particulares, disponibilizamos outras para alunos da rede pública.” As bolsas serão distribuídas pelas secretarias de Educação de cada Estado. O estudante deverá consultar o site da Funrio, a partir do dia 4 de agosto, para saber o local de prova. O gabarito estará disponível no site das duas empresas em 10 de agosto.

No formulário de inscrição, há um campo que diferencia alunos de profissionais da educação. “Muitos professores também se interessaram em fazer a prova. Assim há a separação para que não haja interferência na escala de desempenho”, disse Gisele. De acordo com ela, quem não for aluno não entra na escala geral.

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