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Recife: pai de aluno irá procurar Ministério Público

Redação

06 Novembro 2010 | 17h02

Em Recife, os primeiros estudantes a deixarem as salas onde prestaram a primeira fase do Enem, reclamavam das falhas do gabarito, que estaria invertido em relação a algumas versões das provas (o Enem distribuiu uatro tipos de provas, cada qual com uma cor). Na Universidade Católica de Pernambuco, alguns grupos tentam obter informações da organização do concurso, mas até o momento nenhum representante do Inep fez qualquer pronunciamento no local.

Alguns, como o estudante Diogo Cunha, 17, que pretende usar a nota do Enem para ingressar no curso de Engenharia da Computação, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), acionaram os pais na tentativa de obter informações.

 “Já falei com o meu pai sobre o problema e ele saiu daqui para tentar buscar algumas ajuda do Ministério Público porque ninguém do Inep apareceu. Quando questionamos os fiscais sobre o problema, na sala de aula, eles ficaram confusos. Eles chegaram a chamar o pessoal da coordenação do prédio, mas eles também não ajudaram muito e muita gente, como eu, já havia marcado o gabarito sem perceber que havia uma inversão em relação a prova. Não é possível que depois de tantos problemas ocorridos no exame
passado o Ministério da Educação tenham deixado acontecer um problema como este”, afirmou, bastante irritado.

A Assessoria de Imprensa do Ministério Público de Pernambuco ainda não se pronunciou sobre a possível intervenção do órgão mediante as reclamações dos estudantes.