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Química trouxe temas ambientais; história teve AI-5 e Revolução Cultural na China

Redação

11 Janeiro 2010 | 18h30

A candidata a uma vaga no curso de Engenharia Química Erika Sayuri Costa, de 24 anos, saiu da prova da Unicamp há pouco e disse que as questões estavam bem exigentes. Química tinha temas ambientais e estudos publicados na revista científica Fapesp. História cobrava o Ato Institucional nº 5 e a Revolução Cultural da China.

“A prova não estava fácil, estava bem exigente e longa”, disse para o Estadão.edu. De acordo com ela, uma das questões mais complicadas foi a 5, de química, que pedia para demonstrar a estrutura do e um polímero e para calcular a massa molar do látex.

“A gente acaba dando prioridade para aquelas questões que respondemos na hora. As mais compridas ficam para o final e, às vezes, não dá tempo de fazer”, disse.

Para ela, a prova de história também estava exigente. “O item A sempre dá para responder, mas o B tinha que saber conceitos, reponder sem ter o conhecimento acaba ficando um pouco impreciso.”

O índice de abstenção da segunda fase da Unicamp está em 8,8%. Pouco mais de 1,2 mil candidatos não compareceram aos locais de prova hoje, no segundo dia da segunda fase. O número de ausentes é recorde e está sendo analisado pelo ‘efeito Enem’. Com o adiamento do exame nacional, muitas provas coincidiram com outros vestibulares do País. A Unicamp faz prova em 21 cidades do País, entre elas as capitais Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza.